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CUIDADO Atum, ostras e ovos estão entre os maiores causadores de intoxicação alimentar nos Estados Unidos

A intoxicação alimentar é um dos problemas mais comuns no verão, quando as cidades turísticas ficam cheias e as infraestruturas muitas vezes não aguentam o volume de serviço. O problema, entretanto, não se restringe apenas às épocas mais quentes do ano, como mostrou pesquisa do Centro para Ciência no Interesse Público dos Estados Unidos, publicada pelo blog Well, do jornal The New York Times.

De acordo com o estudo, 76 milhões terão intoxicação alimentar por ano nos EUA, e 5 mil morrerão. Isso se deve a um “sistema de produção de alimentos global, misturado a leis arcaicas e produção em larga escala, que criou uma tempestade de comidas inseguras”. Segundo o estudo o risco está em todas as fases da produção – desde a plantação ou abate até a estocagem, a venda e a preparação em casa – e não se restringe mais a alimentos tradicionalmente perigosos, como carne e laticínios, mas também a frutas e vegetais.

O surto de intoxicação que ocorreu em Mirandópolis, no interior de São Paulo, no fim de semana, foi causado provavelmente por salmonella, uma bactéria conhecida por infectar os ovos. De acordo com o estudo, os ovos são o segundo maior vilão da intoxicação alimentar nos Estados Unidos, tendo causado 352 surtos no último ano. Apenas as folhas verdes superam o poder de intoxicação dos ovos.

Confira a lista dos 10 maiores vilões da intoxicação alimentar nos EUA:

1 – Folhas verdes – 363 surtos, com 13.568 casos
2 – Ovos – 352 surtos, com 11.164 casos
3 – Atum – 268 surtos, com 2.341 casos
4 – Ostras – 132 surtos, com 3.409 casos
5 – Batatas – 108 surtos, com 3.659 casos
6 – Queijo – 83 surtos, com 2.761 casos
7 – Sorvete – 74 casos, com 2.594 casos
8 – Tomates – 31 surtos, com 3.292 casos
9 – Couve-de-bruxelas – 31 surtos, 2.022 casos
10 – Frutas vermelhas – 25 surtos, 3397 casos

Informações: Revista Época

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Segundo um relatório da ONU com previsões futuras sobre envelhecimento no mundo, a Espanha será o país mais velho do mundo em 2050.

Por causa da angústia de ver a idade chegar e às cobranças da própria mídia em relação à juventude e a boa forma , muitas pessoas que já passaram dos 65 anos estão sendo acometidas por distúrbios alimentares como a anorexia e a bulimia. O estudo apresentado no Congresso de Idosos da Espanha diz que o índice de mulheres europeias com mais de 60 anos com anorexia passou de 1,8% a 5% nos últimos 10 anos.

Para os organizadores, cada vez há mais pessoas idosas socialmente ativas. A expectativa de vida aumentou e há uma melhora significativa da qualidade de vida, mas também há uma grande dificuldade de aceitação de certas limitações e da deterioração da aparência, o que dá origem a estes graves desajustes emocionais.

Por isso, o presidente da Confederação Espanhola de Organizações de Idosos e do Congresso de Sevilha, José Luis Méler, disse ao site da BBC Brasil que “o mundo precisa de uma cultura de envelhecimento”. “Porque chegar a idades avançadas ativo e com saúde é um privilégio. Por isso o lema deste congresso é a ‘arte de envelhecer’. Entendemos que viver a passagem do tempo de uma maneira positiva é uma ferramenta fundamental”.

Informações do blog da jornalista Leila Cordeiro

Muitos sonham em poder chegar aos 100 anos de idade, mas poucos levam em conta o preço que se paga por isso: uma saúde geralmente debilitada. Cientistas britânicos agora pretendem acabar com essa associação, em um projeto milionário de biotecnologia que promete dar “50 anos ativos após os 50”.

A iniciativa de 50 milhões de libras foi lançada na segunda-feira pelo Instituto de Engenharia Médica e Biológica da Universidade de Leeds, a maior unidade de bioengenharia da Grã-Bretanha, com o objetivo de responder ao aumento da expectativa de vida mundial. O foco será no desenvolvimento de aparelhos médicos e terapias de regeneração capazes de garantir a qualidade de vida dos idosos.

Entre as inovações anunciadas pela equipe, estão válvulas cardíacas vitalícias e imunes à rejeição do organismo. Para isso, os cientistas irão usar válvulas humanas doadas, cujo código genético será totalmente eliminado. Elas serão então implantadas no corpo do paciente, que deverá preenchê-las com seu próprio DNA. A tecnologia também poderá ser usada na produção de cartilagem e pele para vítimas de queimaduras.

No Brasil, 40 pacientes tiveram novas válvulas cardíacas implantadas com sucesso. “De quatro anos para cá, elas não foram rejeitadas”, disse Eileen Ingham, vice-diretor do instituto, segundo o jornal The Guardian. Os pesquisadores esperam desenvolver dez novos produtos nos próximos cinco anos.

Informações da Veja

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Além de demonstrarem que as pessoas mais espiritualizadas são mais felizes, pesquisas realizadas em várias universidades americanas vêm apontando que elas também têm maior facilidade em sair de processos depressivos, menos chance de se suicidarem, menor envolvimento com álcool, cigarro ou drogas, são menos ansiosas, não têm tantos medos e, as casadas, mais estabilidade e satisfação em seus relacionamentos. 

Os estudos também revelam que pessoas com fé enfrentam melhor o estresse e, portanto, envelhecem mais lentamente. A pressão sanguínea torna-se mais baixa, já que a religião traz sensação de paz. A cicatrização pós-cirurgia cardíaca é melhor. Algumas pesquisas também apontaram que pacientes de Aids ligados a práticas religiosas tinham em seus organismos mais linfócitos que atacam o vírus da doença. 

E pacientes de câncer de mama metastásico, mais células que combatem as cancerígenas. E ainda: pessoas com Mal de Alzheimer tinham declínio mais lento, com preservação da memória. Outros estudos ainda não publicados apontaram que pacientes idosos com fé religiosa profunda tinham o mesmo nível de reatividade vascular do que os jovens. 

E esses serão apenas alguns dos exemplos discutidos no curso satélite “Saúde e espiritualidade” pelo médico Carlos Roberto, às 9h10 desta sexta-feira, no auditório do Shopping Sebrae, durante o 26º Congresso Médico da Paraíba, iniciado hoje e que se estenderá até sábado (17). O assunto, muito atual na área Médica, será abordado pela primeira vez em um evento de grande porte. 

Além de cura e fé, especialistas de todo o Brasil abordarão temas como as doenças do refluxo gastroesofágico, paciente renal crônico, cirurgia bariátrica e pneumopatias atípicas.

O Congresso, cujo tema central é “Como eu trato? O dia a dia do médico” está sendo promovido pela Associação Médica da Paraíba (AMPB), com a finalidade de valorizar o trabalho dos médicos e discutir melhores formas de solucionar os problemas enfrentados cotidianamente pelos profissionais da área.

Informações da clickpb.com.br
por Cilene Pereira - Revista IstoÉ

A sensação é pavorosa. Você tenta desesperadamente parar de cair em queda livre ou escapar de alguém que o está perseguindo, mas não consegue. Permanece naquela situação angustiante, que parece não ter fim. Quando finalmente acorda, senta-se na cama suado, com o coração batendo acelerado, e perde o sono de vez. Foi mais um pesadelo. Para muita gente, episódios como esse ocorrem em uma frequência extremamente preocupante. Especialistas em medicina do sono estimam que 25% dos adultos tenham um desses sonhos uma vez por mês e 6% sofram com eles uma ou mais vezes por semana. O resultado é que esses indivíduos acabam ficando com sua qualidade de vida prejudicada pela insônia que quase sempre sucede ao pesadelo e muitas vezes desenvolvem o medo de dormir porque temem ter mais sonhos aterrorizantes.

Preocupados com o impacto dos pesadelos no cotidiano, os médicos estão procurando ampliar o leque de recursos contra o problema. Hoje, uma das opções que ganham força entre os especialistas é a chamada terapia de imagem reversa. Trata-se de uma técnica que consiste em fazer com que o paciente enxergue o pesadelo de outra maneira, menos assustadora, e dê a ele um outro significado. É o oposto do que preconiza a abordagem mais antiga, baseada na discussão profunda e detalhada dos sonhos, numa busca por razões psicológicas que possam estar por trás dos episódios. “Percebemos que, em muitos casos, quanto mais se fala do assunto, mais se firma a imagem negativa e apavorante”, explicou à ISTOÉ a pesquisadora Shelby Harris, do Departamento de Neurologia e Psiquiatria do Albert Einstein College of Medicine, nos Estados Unidos.

Por isso, o que os especialistas propõem é que, durante a terapia, o paciente mencione o pesadelo apenas uma vez. “Depois, ele deve reescrever o roteiro do sonho”, disse Shelby. Esta transformação é feita com um treinamento adequado.

O paciente é orientado a praticar técnicas de visualização esmerando-se nos detalhes: ele deve se imaginar numa praia ou saboreando um hambúrguer, por exemplo, mas enxergando na mente as cores, o lugar. Tudo para limpar o cérebro do teor e da sensação ruim deixados pelo sonho. Em seguida, o indivíduo é convidado a mudar a história do próprio pesadelo, tornando- o muito mais leve e inofensivo.

Segundo a pesquisadora americana, a chave para que a estratégia dê certo é o treino diário da visualização e da mentalização do pesadelo inteiramente modificado. “Este treino pode mesmo mudar o que acontece à noite, durante o sono.”

Em geral, são necessárias de três a quatro sessões para que o paciente aprenda a técnica. De acordo com os resultados obtidos, cerca de 70% das pessoas manifestam melhora. Isso pode ser desde o fim dos sonhos ruins – ou a diminuição significativa da frequência com que eles acontecem – até o desenvolvimento da habilidade de mudar o pesadelo quando ele está acontecendo. Na opinião do especialista Barry Krakow, diretor do Sleep & Human Health Institute, também nos Estados Unidos, o método tem eficácia porque responde a um anseio dos pacientes. “Eles querem transformar os pesadelos em algo sob controle”, disse à ISTOÉ.

Na avaliação dos especialistas, outra razão para o sucesso da técnica – disponível no Brasil – reside no fato de o treinamento quebrar um ciclo negativo no qual o paciente pode ter se envolvido. “Em muitos casos, os pesadelos acontecem porque o cérebro se acostumou a um padrão em que os sonhos são sempre ruins”, explicou Shelby. Com a terapia reversa, é como se o cérebro apagasse o padrão antigo e o substituísse por um novo, em que os sonhos são realmente sonhos.

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No próximo dia 12 de outubro, às 18h teremos um evento histórico: América Medita.

Será a primeira vez em que teremos uma meditação simultânea em todo o continente americano.

Dentre as cidades que irão meditar juntas estão: Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires, New York, Montreal, Montevidéo, Cidade do México, La Paz, Santiago de Chile, Salvador, Lima, Assunção, Quito, Caracas, Bogotá, Paramaribo, Georgetown, Santo Domingo, San Juan de Puerto Rico, San José de Costa Rica e Panamá.

Existem pesquisas que comprovam que a prática de Meditações em Grupo, não só beneficiam seus praticantes, mas também toda a área em sua volta. Há estudos que comprovam que a prática de meditação coletiva pode ajudar a reduzir em até 25% a violência naquela região, sem qualquer alteração na conjuntura econômica ou política.

Por que isso? Porque toda essa vibração de paz e serenidade que criamos dentro de nós não ficam só conosco, mas são irradiadas para todo o ambiente.

No Rio, a meditação será em um dos pontos mais lindos da cidade, diante de um pôr-do-sol deslumbrante: A PEDRA DO ARPOADOR. Em São Paulo ocorrerá no Parque do Ibirapuera.

Você poderá meditar, porém, sem sair de casa…

Quanto mais pessoas participarem mais forte será e maiores os benefícios, tanto para nós quanto para a toda a cidade, todo o país e todo o continente! 

Vamos todos contagiar e ser contagiados por essa atmosfera de Paz!

por Patricia Zwipp - Terra Saúde
O tai chi chuan melhora a circulação e trata tonturas e distúrbios de equilíbrio - Getty Images

O tai chi chuan melhora a circulação e trata tonturas e distúrbios de equilíbrio - Getty Images

O tai chi chuan é conhecido pelos benefícios que promete à saúde, como alivio do estresse e melhora da circulação. E, de acordo com um estudo apresentado no Encontro Anual de Academia Americana de Otorrinolaringologia, realizado em San Diego, nos Estados Unidos, a lista de pontos positivos pode aumentar. É que a prática foi associada ao tratamento de tonturas e outros distúrbios do equilíbrio.

Os pesquisadores avaliaram os efeitos da arte marcial chinesa, que prioriza movimentos lentos, em 18 mulheres e três homens. Os pacientes não haviam conseguido alívio do problema com a terapia convencional.

Eles responderam a um questionário antes e após oito semanas de envolvimento com o tai chi chuan. Todos relataram melhora do que sentiam.

Os pesquisadores teorizam que a técnica pode ser eficaz porque promove a coordenação por meio do relaxamento, em vez de coordenação muscular. O trabalho começou em abril de 2008 e se estendeu até março de 2009.

Por Giovana Pastore - Revista Veja

A coordenadora de projetos de turismo Cynthia Toffoletto, de 27 anos, costuma visitar o Hospital Samaritano, em São Paulo, ao menos uma vez por mês para combater os problemas de crise alérgica, dores musculares e pedras nos rins. Ao invés de recorrer a consultas programadas, porém, ela prefere entrar na fila do pronto-atendimento (PA). “É mais fácil do que marcar uma consulta, que em geral leva ao menos 20 dias”, diz. Além disso, ela obtém, no mesmo dia, os resultados de exames eventualmente realizados.

Nem Cynthia nem o Samaritano são casos específicos. “O pronto-atendimento vem se impondo como porta de entrada do sistema de saúde”, explica o médico Claudio Luiz Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, também de São Paulo.

O Sírio Libanês verificou tendência semelhante à do Samaritano: ali, a procura pelo PA vem crescendo à taxa anual de 20%. Assim, essa área já responde por 40% do movimento diário do hospital. Na unidade Morumbi do Hospital São Luiz, das 3.000 pessoas atendidas diariamente, metade se dirige ao PA. No São Camilo de Santana, a participação beira os 70%.

Comer bem, pagar pouco – Na raiz da tendência, defendem os médicos, está justamente a eficiência do pronto-atendimento, frente à demora na marcação de consultas clínicas. “Quando um cliente vai a um restaurante, quer ser atendido rapidamente e pagar pouco: na área da saúde acontece o mesmo. E o PA é o lugar que reúne essas qualidades”, diz Lottenberg.

Nos PAs, realizam-se exames imediatamente, com resultados entregues em poucas horas, devido ao regime de urgência do serviço. Já a resposta de um exame programado pode levar dias e até semanas.

Emergência não urgente – A “corrida” pelos PAs provoca, é claro, distorções. Parte dos pacientes que engordam as estatísticas não necessita de cuidados imediatos. Mas como as unidades de emergência não podem negar atendimento, tiveram que se adequar à demanda.

Plano de saúde – Há ainda outro aspecto a alimentar a preferência pelos PAs. “Alguns planos de saúde não dão direito à realização de determinados procedimentos e exames. Mas essa cobertura passa a existir em situações de emergência, que é o caso do atendimento no PA”, conta Lottenberg.

Ele aposta ainda que a tendência decorre do fato de a figura do médico de família estar praticamente desaparecida. “No passado, todos tinham um clínico de referência. Hoje, não”.

FAZER-SE CRIANÇA PARA O REINO DO CÉU Mt 18,1-5.10

por Padre Bantu Mendonça K. Sayla

Para entender melhor a mensagem de Jesus, é interessante criar mentalmente o contexto no qual aconteceu esta cena. Certamente os discípulos estavam com Jesus na presença de uma pequena multidão. Imagino Jesus observando o movimento das pessoas, algumas crianças acompanhando os pais, algumas sentadas, outras inquietas, e todos esperando o momento em que Jesus começasse a falar. Jesus então deve ter percebido que alguns discípulos já vinham, há algum tempo, conversando entre si sobre como deveria ser o Reino dos Céus. Jesus já havia contado várias parábolas sobre o Reino dos Céus, e já havia incutido neles uma enorme vontade de entrar neste lugar maravilhoso, onde eles poderiam ficar face a face com Deus. Agora, o lado humano desses discípulos queria saber qual deles teria maior lugar de destaque no Reino, qual deles seria o maior de todos. E antes de fazer a pergunta a Jesus, eles mesmos devem ter discutido bastante sobre isso, e talvez chegassem até a brigar, antes de chegarem ao ponto de perguntar ao mestre. Devemos observar que a pergunta que eles fazem a Jesus é: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” O evangelista Mateus não chega nem a dizer qual deles fez a pergunta, e, além disso, tem o cuidado de “melhorar” a pergunta, pois em outras passagens da Bíblia, a pergunta é até mais direta: “Quem de nós sentará ao teu lado no Reino?” O que se pode deduzir disso é que Jesus falava tanto e tão bem do Reino dos Céus, que os discípulos fariam qualquer coisa para entrar nele, e com o maior destaque possível!!! A imagem de Reino que eles tinham é a de um reino da terra, então era nessa linguagem que Jesus poderia explicar. Com toda a hierarquia de um reino terreno.

Quando o discípulo fez essa pergunta, Jesus deve ter levado em consideração tudo isso, deve ter percebido os olhares ao seu redor, e visto que todos esperavam ansiosos por uma resposta que exaltasse o mais forte, ou o mais inteligente, ou o mais religioso, ou alguma virtude que eles pudessem discutir quem seria o mais “virtuoso” ou “qualificado” entre eles. O raciocínio rápido e inteligente de Jesus tinha que encontrar uma saída que fizesse com que eles parassem de brigar para ver quem era o maior entre eles, e foi uma saída de mestre a que Ele encontrou. Chamou uma criança e disse exatamente o oposto do que seus discípulos estavam preparados para ouvir: “Quem se faz pequeno como esta criança, este é o maior no Reino dos Céus.” Com isso, Jesus acabou com a discussão dos discípulos para saber quem seria o maior entre eles, pois agora eles deveriam buscar serem pequeninos como uma criança. E Jesus ainda arrematou: “E quem recebe em meu nome uma criança como esta, é a mim que recebe.” Jesus sabia que seus discípulos o tinham como Filho de Deus e, portanto, como presença garantida no Reino. Então agora eles teriam que buscar as qualidades de uma criança, e tratar as crianças como se fosse o próprio Jesus. Mas poderíamos interpretar “criança” com outra conotação: as pessoas simples e humildes, de pouca formação religiosa e acadêmica, os excluídos e marginalizados da sociedade.

Leia na íntegra…

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por Lucia Mandel - Revista Veja

Neste mês a Academia Americana de Dermatologia mudou sua orientação padrão sobre o uso dos filtros solares. Até hoje a recomendação era usar um filtro com fator de proteção solar (FPS) igual ou maior que 15. Agora, a recomendação é escolher um filtro com FPS 30 ou mais. Nesse texto, explico o porque da mudança.

O que significa FPS?

O FPS indica quanto tempo a mais você pode se expor ao sol antes de ficar vermelho. Por exemplo, se você fica vermelho depois de 10 minutos exposto ao sol sem proteção, ao aplicar um FPS 15 esse tempo se multiplica por 15. Nesse caso você pode ficar ao sol por 150 minutos antes de ficar vermelho. Usando FPS 30, serão 300 minutos. Mas o FPS indica a proteção somente contra os raios UVB. Os raios ultravioleta A (UVA) não contam na determinação do FPS. A medida da proteção anti-UVA é outra e também está indicada no rótulo dos filtros solares.

Modo de aplicar

A mudança na recomendação americana não se deve à ineficácia de um filtro com FPS 15. Se for bem aplicado, ele preserva a saúde da pele. O problema é que quase ninguém usa o filtro da maneira padronizada nos testes de medição do FPS. Isso porque a quantidade padrão usada no teste é muito maior que a aplicada na vida real. Para dar uma idéia: uma pessoa com 1,60m e 70kg precisaria aplicar 30g de filtro antes de ir à praia para garantir que o FPS seja aquele impresso no rótulo. Se levarmos em consideração a reaplicação depois de 3 horas de praia, são mais 30g. Assim, em dois ou três dias essa pessoa consumiria um tubo de 120ml de filtro para garantir o FPS do rótulo.

O bom senso diz que há algo errado nessa conta. Praticamente não existe quem use essa quantidade de filtro solar.

Usando menos filtro que a quantidade padrão, o grau da proteção cai. A pessoa acha que está com o FPS indicado no rótulo, mas na prática está com um FPS menor. Baseada nessas considerações, a Academia Americana de Dermatologia decidiu pela segurança. A orientação quanto ao valor mínimo do FPS aumentou para que as pessoas não se iludam com uma falsa sensação de proteção. Lembre-se: agora, praia só com FPS 30 ou mais.

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