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por Cilene Pereira - Medicina & Bem-estar - IstoÉ

Apesar de consumirem alimentos diet e light com frequência, cerca de 90% dos portadores de diabetes tipo 2 – a forma da doença associada ao estilo de vida – não sabem a diferença entre eles. Além disso, não costumam ler os rótulos dos produtos antes de levá-los para casa e não se preocupam com a quantidade consumida. Esses são os resultados de um estudo feito pela nutricionista Paula Oliveira, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, campus de Ribeirão Preto.

A conclusão do trabalho – realizado com 120 pacientes da rede pública de saúde – é preocupante. “A falta de conhecimento pode prejudicar o controle da dieta e das taxas de açúcar no sangue, fundamental para prevenir as complicações da doença”, diz o médico Laércio Franco, de Ribeirão Preto, orientador da pesquisa.

Alimentos diet são aqueles em que houve a exclusão de algum ingrediente da fórmula original. Pode ser o açúcar, o sódio, a manteiga ou qualquer outro. Portanto, um produto diet pode ser livre de sal, mas ainda assim conter altas taxas de açúcar. Já os alimentos light apresentam uma redução mínima de 25% do valor energético total (as calorias) ou na concentração de algum nutriente.

Há quem não pestaneje em dizer que dormir é sinônimo de perda de tempo. Trabalho, provas, festas, viagens — motivos (ou desculpas) não faltam para deixar a cama de lado. Mas o corre-corre, culpado pela rejeição ao travesseiro, cobra seu preço. Mais do que uma ilusão, fugir do sono é desferir um golpe no próprio corpo. No último congresso mundial de estudiosos desse assunto, o Sleep, realizado recentemente nos Estados Unidos, não restaram dúvidas: além de repor a energia, trata-se de um antídoto contra problemas bem mais graves que as visíveis olheiras.

Há alguns anos a insônia é acusada de incentivar esse mal. Um estudo da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, encontrou uma nova prova dessa perigosa ligação: pacientes insones — que têm dificuldades para adormecer ou manter o sono — estão mais sujeitos ao diabete tipo 2. Outro trabalho realizado em solo ianque, também discutido no Sleep, concluiu que tanto dormir de mais como de menos prepara o terreno para o transtorno. Embora nem todos os mecanismos para justificar esse elo tenham sido decifrados, os especialistas creem que a privação de sono — intencional ou patológica — atrapalhe a ação da insulina, o hormônio que leva o açúcar para dentro das células. Esse seria o primeiro passo para o desenvolvimento do mal do sangue doce.

por Diogo Sponchiato - Revista Saúde

Uma pesquisa realizada pelo Hospital das Clínicas e da Faculdade de Medicina, da Universidade de São Paulo (FMUSP), sugere que 30% da procura masculina por um especialista, quando o assunto é saúde sexual, acontece por incentivo da mulher.

De acordo com os pesquisadores, na maioria das visitas os homens chegam acompanhados de suas parcerias e relatam que a ideia de procurar um especialista veio da mulher.

O Ambulatório de Sexualidade do setor de urologia do HC foi criado a mais de quatro anos para atender todos os problemas sexuais masculinos. “Ao contrário do que se pode pensar, a maioria dos pacientes não quer se tornar um atleta sexual. A intenção é apenas satisfazer ele e a mulher”, informa o urologista e coordenador do Ambulatório, Joaquim Claro.

A pesquisa também mostra que o problema que mais leva os homens a procurarem tratamento é a disfunção erétil. “Essa doença atinge grande parte dos pacientes com idade acima de 60 anos”, explica o especialista. Mas, ele também explica que a maioria dos casos, apesar de não ter cura, pode ser tratado. “A impotência, quando acomete os jovens, normalmente está relacionada a dificuldades psicológicas ou a adaptações pós-cirúrgicas”, define.

Fonte: Site Minha Vida
por André Bernardo - Revista Superinteressnte

Por que os homens vão menos ao médico? por André Bernardo Não é de estranhar que as mulheres vivam, em média, 7 anos a mais do que os homens: as estatísticas mostram que eles ficam doentes só de pensar em ir ao médico. Para Baldur Shubert, coordenador de Saúde do Homem do Ministério da Saúde, “o homem se julga invulnerável. Isso contribui para que ele cuide menos de si mesmo e se exponha mais a situações de risco”.

Mas o suposto corpo fechado não é o único problema. Segundo Romeu Gomes, responsável por um estudo da Fundação Oswaldo Cruz sobre a baixa frequência masculina nos serviços de saúde, os homens costumam associar consultórios médicos com um lugar de crianças, mulheres e idosos.

O terror dos médicos não é privilégio dos brasileiros. “O único país que tem uma política específica voltada para a saúde do homem é o Canadá”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Urologia, José Carlos de Almeida. Para piorar a situação, os garotos não são educados a cuidar da saúde. “Desde cedo, as meninas aprendem que têm que procurar o ginecologista quando ficam menstruadas. Quando ficam adultas, não pensam duas vezes quando têm que sair mais cedo do trabalho para fazer um exame preventivo ou levar o filho ao médico”, diz Almeida.

por Francine Lima - Repórter de Época

Sabe aquela brincadeira do “abra a boca e feche os olhos”? Está sendo levada a sério por gente que acredita que o mistério dá mais graça à comida. Você fecha os olhos e aceita o que lhe dão para comer, sem medo e sem preconceito. Dizem que, nessa experiência, é possível descobrir que um alimento antes rejeitado pode ser gostoso. Também dizem que, sem ver a comida, a gente come menos.

A ideia surgiu no Museu do Diálogo de Paris, onde o visitante é levado a conhecer como as pessoas com deficiência visual interagem com o mundo, inclusive na hora de comer. Agora, o Jantar no Escuro é um evento. É uma experiência gastronômica em que os convidados usam vendas e são privados de qualquer contato visual com o que está à mesa, com a proposta de usar os outros sentidos para desejar e saborear a comida. E não comer com os olhos.

Duas jovens psicólogas de São Paulo conheceram o museu parisiense e ficaram encantadas com a possibilidade de provocar autodescobertas em jantares no Brasil. Maria Lyra e Elis Feldman, de apenas 23 anos, acham que vivemos uma “monopolização da visão” que nos priva de sensações importantes. Elas acham que, em vez de comer com os olhos, deveríamos experimentar um movimento mais introspectivo na hora da refeição. E explorar os alimentos de outras formas.

Desde que montaram o Ateliê No Escuro, há pouco mais de um ano, as psicólogas têm surpreendido públicos diversos na capital paulista. Elas não têm um restaurante. De tempos em tempos, preparam um Jantar no Escuro em algum restaurante parceiro, com o chef da casa, ou produzem um jantar sob encomenda na casa de alguém. Nesses eventos, ninguém sabe o que vai ser servido. De olhos vendados, os participantes têm de cheirar e mastigar com calma para descobrir o que estão comendo. Conta-se que todos, de alguma forma, mudam sua percepção sobre a maneira de comer.

Perguntei a Elis se teria o mesmo efeito comer a comida do dia a dia de olhos vendados, ou se é preciso ganhar um jantar surpresa sem luz de velas para apreciar os alimentos em toda a sua riqueza. Ela me disse que já ouviu falar de gente fechando os olhos até na hora do almoço para sentir melhor o gosto do arroz com feijão.

Pode ser um jeito de comer menos, com mais parcimônia, e não ceder às tentações engordativas que chamam nosso apetite pela aparência. Pode ser um jeito de aprender a gostar de alimentos nutritivos que a gente sempre ignora. Pode ser um motivo para caprichar mais na culinária. Ou pode ser simplesmente uma experiência diferente. Que tal tentar?

por Márcia Veloso Kuahara (*) - Do Site Minha Vida

stressDespreocupação com a qualidade de vida ou pura falta de tempo? O que leva um alto executivo que chega a trabalhar mais de 16 horas por dia a deixar de lado os cuidados com a saúde? As desculpas são inúmeras, mas uma coisa é certa: Um executivo afastado por problemas de saúde custa muito caro para a empresa. Portanto, esse não é um problema exclusivamente do colaborador, mas uma questão que deve fazer parte das ações dos departamentos de Recursos Humanos de uma grande empresa.

O executivo costuma superestimar sua saúde. O seu foco está nos negócios, na competitividade e nas exigências profissionais e ele sempre acha que o check-up pode esperar. Por outro lado, 80% admitem dormir mal, em decorrência das tensões do dia a dia, e usar bebidas alcoólicas regularmente. Uma mistura perigosa que leva ao aparecimento de doenças, principalmente as cardiovasculares, o diabetes e os cânceres.

Apesar disso, pesquisas apontam que apenas 70% dos executivos realizam check-ups e destes, 30% só se predispõe a fazer após muita insistência. Alguns não buscam os resultados dos exames e a maioria não segue as orientações do médico. Mas a culpa não é totalmente dos executivos, eles não se sentem motivados a ir ao médico e a fazer os exames porque falta personalização nesse processo. Os check-ups costumam ser padrões e não levam em conta hábitos e características individuais.

O processo é mecânico. As empresas trabalham com pacotes prontos de check-ups e os médicos pedem uma infinidade de exames de forma aleatória que não levam em conta a individualidade de cada um. Resultado: os recursos são mal empregados, os executivos se estressam com a quantidade de exames e a desorganização do processo e, na maioria das vezes, não se consegue mudar a evolução natural de uma doença, pois não se levou em conta o histórico do paciente.

Saber a incidência de alguns tipos de cânceres ou de doenças cardiovasculares na família, por exemplo, é muito importante para mapear os exames que devem ser solicitados. Se o risco familiar é de câncer de intestino, por exemplo, uma colonoscopia é imprescindível.

Mas para agir de forma preventiva efetivamente, o papel do médico não pode se restringir a solicitar e avaliar exames. É preciso ouvir o paciente e atuar de forma personalizada, apurando o histórico familiar para avaliar os riscos e mapear os exames que devem ser solicitados.

Além disso, no caso de executivos muito ocupados, o médico da empresa deve atuar de forma proativa e, em conjunto com a secretária, averiguar as melhores datas para exames e retornos, além de otimizar a solicitação de exames para facilitar a vida de quem não tem tempo de se deslocar.

Com essa relação de confiança estabelecida fica mais fácil fazer com que o paciente se sinta comprometido com o processo e a partir daí o médico poderá oferecer alternativas de dietas e exercícios físicos, indicar um personal ou fisioterapeuta e estabelecer metas.

Um executivo afastado por problemas de saúde pode trazer muitos prejuízos para a empresa. Sem dúvida, muito mais do que qualquer investimento realizado com saúde. Pesquisas mostram que colaboradores que adoecem e não procuram assistência médica, apresentam maior absenteísmo e mortalidade. Funcionários que trabalham com dores musculares, enxaqueca ou refluxo gastroesofágico perdem em produtividade o equivalente a 83,8 dias por semestre, enquanto o absenteísmo é de 4,5 dias no mesmo período

(*) Márcia Veloso Kuahara é reumatologista, especialista em qualidade de vida, diretora da Wellnex (empresa que presta consultoria na área de saúde executiva) e professora da Universidade Nove de Julho (UNINOVE).

Este mês foi marcado por muitas evidências de que um estilo de vida saudável é capaz de preservar nossas funções cerebrais à medida que envelhecemos. O periódico científico JAMA publicou uma pesquisa que evidencia que a dieta mediterrânea, assim como a prática de atividade física regular, são capazes de reduzir o risco do Mal de Alzheimer e os resultados conseguiram demonstrar que cada um desses fatores tem seu poder independente do outro.

Nesse estudo, quase dois mil idosos de Nova Iorque foram acompanhados por uma média de 5 anos, período em que os pesquisadores os examinaram do ponto de vista de desempenho cerebral e aplicavam escalas para avaliação da aderência à dieta mediterrânea e à atividade física. Vale lembrar que a dieta mediterrânea é uma alimentação rica em peixes, verduras, legumes, frutas, cereais (melhor se forem integrais), azeite e outras fontes de ácidos graxos insaturados, e baixo consumo de carnes e laticínios e outras fontes de gorduras saturadas, além do uso moderado, porém regular, de álcool. 

Após o período de seguimento, 15% dos idosos desenvolveram o diagnóstico da Doença de Alzheimer. O risco absoluto em desenvolver a doença foi de 21% no caso de idosos sedentários e com baixo consumo dos itens da dieta mediterrânea, comparado a um risco de 9% entre aqueles com alta aderência à dieta e atividade física intensa. Atividade física intensa nesse grupo de idosos foi assim definida: 1,3 horas semanais de atividade intensa ou 2,4 horas de atividade moderada ou 4 horas de atividade leve. A atividade física foi capaz de reduzir o risco relativo da doença em 29-41%, e quando em nível intenso o poder de redução de risco foi ainda maior: 37-50%. Quanto à aderência à dieta mediterrânea, a terça parte dos idosos com maior aderência à dieta apresentou um risco relativo 32-40% menor de desenvolver a doença. Quando se analisou a terça parte dos idosos com os maiores níveis tanto de atividade física como de aderência à dieta mediterrânea, o risco da doença foi 61-67% menor.  

Um segundo estudo publicado nessa mesma edição do JAMA confirma o poder protetor da dieta mediterrânea sobre o cérebro, dessa vez entre moradores da cidade de Bordeaux na França. Cerca de 1500 idosos foram acompanhados por uma média de 5 anos e aqueles com maior aderência à dieta mediterrânea foram os que menos tiveram declínio das funções cerebrais. Porém, os resultados não conseguiram demonstrar uma redução no risco da Doença de Alzheimer no período estudado, pois a metodologia do estudo não tinha poder para demonstrar esse tipo de efeito. 

E não pára por aí. Neste mesmo mês, o American Journal of Epidemiology publicou um grande estudo realizado na Inglaterra em que os hábitos de vida de mais de cinco mil pessoas foram acompanhados por uma média de 17 anos em diferentes períodos entre a meia-idade e a velhice. Uma escala foi utilizada para definir o grau de comportamento deletério à saúde e incluía a pesquisa dos seguintes hábitos: tabagismo, abstinência de álcool, baixo nível de atividade física e baixo consumo de frutas e vegetais. Aqueles que concentravam mais hábitos deletérios apresentaram mais perdas das funções cerebrais ao envelhecerem, especialmente a memória e capacidade de alcançar objetivos, também conhecida como funções executivas. E um dos dados mais importantes desse estudo foi que os hábitos deletérios já na meia idade foram capazes de influenciar o desempenho cognitivo na velhice. 

O efeito negativo sobre as funções cognitivas de cada um desses fatores estudados já havia sido anteriormente demonstrado, mas essa é foi a primeira vez que esses efeitos foram demonstrados em conjunto. Isso é importante, pois é bem reconhecido que hábitos de vida costumam andar em grupo: um hábito saudável atrai outros hábitos saudáveis assim como hábitos deletérios também atraem outros. E por falar em grupos, outra coisa que a ciência tem nos demonstrado é que andar ao lado de pessoas com estilo de vida saudável aumenta nossa chance de adotar hábitos saudáveis também.

Informações de Ricardo Teixeira (Site Minha Vida), neurologista clínico pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), onde também realizou seu doutoramento. É membro titular da Academia Brasileira de Neurologia, entre outras sociedades científicas, e é membro titular de uma das 40 cadeiras da Academia de Medicina de Brasília. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB) e é consultor médico-científico do Grupo Athena.

Pesquisa do IBGE sobre os Indicadores Sociodemográficos e de Saúde no Brasil, divulgada na semana passada, mostrou que a cidade tem uma das menores taxas de incapacidade funcional (deficiência para realizar atividades básicas diárias, como caminhar e subir escadas, segundo a Organização Mundial da Saúde). O Rio perde para São Paulo (SP), Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Cuiabá (MT).

Na cidade do Rio, só 19% dos homens com mais de 60 anos têm dificuldades para agir com autonomia e independência. Em São Paulo, que tem o menor número de idosos com incapacidade funcional, são 15%. Entre as cariocas da mesma faixa etária, só 26,7% sofrem com o problema da mobilidade, contra 20,1% das paulistas, que foram apontadas como as mais independentes.

Mas qual será o segredo dos idosos cariocas? De acordo com o médico Roberto Lourenço, chefe da geriatria do Hospital São Vicente de Paulo, na Tijuca, a ‘fórmula’ é composta por atividades físicas constantes, nutrição balanceada e controle das doenças ao longo da vida. “Metade das pessoas a partir dos 60 anos apresenta problemas como hipertensão. É como se o organismo pifasse. Por isso, é fundamental adotar cuidados para retardar essa tendência. A cidade oferece meios para os idosos viverem bem e isso pode ter influenciado o resultado”, explica.

A cidade dispõe de quatro academias da Terceira Idade: em Copacabana, Santa Cruz, Campo Grande e Recreio dos Bandeirantes. Até o fim do ano, outras 50 começarão a funcionar em diferentes bairros, como Centro e área da Leopoldina. A ação vai reforçar o projeto Ginástica na Praça, que hoje concentra 120 núcleos com cerca de 18 mil idosos praticando atividades físicas gratuitas. A capital também conta com a Universidade Aberta da Terceira Idade, da Uerj, que além de serviços de saúde gratuitos, oferece atividades educativas e socioculturais e ações que buscam a inserção social para a população acima de 60 anos.

Iara Meireles, presidente da ONG Amigos da Terceira Idade, que também oferece atividades gratuitas para idosos, na Fortaleza de São João, na Urca, reconhece os esforços, mas defende que ainda há muito o que fazer. “A parte psicomotora tem a maior demanda, mas o apoio psicológico é necessário porque um dos principais problemas ainda é a solidão”.

Informações de Flávia Salme (O Dia Online)

Em breve, num cinema bem longe de você, estreiam dois longas brasileiros com potencial para concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

“Besouro” e “Salve Geral”, que só entram em circuito nacional em outubro, estão na lista dos 10 filmes apresentados por produtores para disputar a indicação do Ministério da Cultura para uma das cinco vagas da categoria no Oscar.

Mas, como só valem filmes lançados até 30 de setembro, regularizou-se a seguinte gambiarra: também valem obras exibidas por sete dias consecutivos em qualquer sala comercial, antes da grande estreia, geralmente seguida de pompa.

O secretário do Audiovisual, Silvio Pirôpo Da-Rin, não vê problema na estratégia, já que está no regulamento, mesmo que o longa escolhido para representar o Brasil não tenha sido visto pela população, mas só por uma pequena parcela e os cinco jurados do MinC.

O filme escolhido será anunciado no dia 18. Portanto, os produtores terão ainda cinco dias para “estrear” seus trabalhos e fazer sete dias em cartaz.

A tática é amplamente adotada nos EUA e passou a ser usada por aqui em 2001, com “Abril Despedaçado”, que entrou numa única sala em Salvador, por uma semana. A obra foi escolhida pelo MinC, mas não ficou sequer entre os cinco indicados ao Oscar. E o público só foi assisti-la em maio de 2002.

O mesmo aconteceu com “Tropa de Elite”, que entrou num cinema de Jundiaí (SP), em 2007, um mês antes da estreia oficial. Até mesmo os jurados do MinC não viram o filme na sala jundiaiense: os produtores enviaram DVDs.

Informações de Fernanda Izabella (Folha Online)

Sua saúde anda abalada? Quando o assunto é prevenção de doenças, é comum bater a preocupação em pegar o ônibus cheio que fica com os vidros fechados, usar banheiros públicos ou comer a comida de um restaurante desconhecido. Isso porque o medo de contaminação é maior quando ultrapassamos os limites “seguros” dos muros da casa onde moramos. Mas será que nosso lar é essa bolha de proteção mesmo?

Antes de observar o lado de fora, é preciso ficar atento aos detalhes que fazem com que a imunidade  vá pelos ares.

Cozinha: o vilão fica na pia de louças
Ela é feita para limpar, mas a esponjinha de lavar louças é o objeto que vira foco de bactérias na cozinha. Ao limpar pratos, talheres e panelas, por exemplo, ela também acumula fragmentos de alimentos e gordura, que junto com a umidade, acabam se transformando no lar ideal de microorganismos.

Sala: armadilha sob os pés
Tapetes e carpete também podem ser uma ameaça para a saúde, principalmente para o sistema respiratório. Dependendo do material utilizado na confecção, o próprio tecido pode desencadear alergias, ao soltar fiapos minúsculos no ambiente. Mas o que geralmente provoca reações alérgicas são os elementos que se depositam nele, como poeira, ácaros e pelos de animais.

Quarto: os males da cama
Eles podem reunir ácaros, poeira e até células mortas do corpo. Quando mal conservados, os travesseiros, colchões e cobertas são verdadeiros depósitos de micro-organismos, causadores de alergias. Quanto maior o tempo desde a última higienização, maior a quantidade dessas partículas alojadas no local.

Banheiro: cuidado com a toalha
De acordo com Milton Lapchik, a toalha de rosto também pode acumular bactérias e fungos por ficar úmida por muito tempo e, além disso, como é usada por várias pessoas acaba tornando-se em um meio de transmissão desses micro-organismos.

Informações do site Minha Vida
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